AssinaLab
Imprimir, assinar à mão, digitalizar e torcer para ninguém questionar.
Ver como resolvePainel para gerir DNS autoritativo, com validação antes de publicar e reversão se algo falhar.
Por anos, o DNS de dezenas de domínios — nossos e de clientes — morava num único arquivo de texto com mais de 4.300 linhas. Sintaxe críptica, do tipo que você precisa consultar manual para lembrar, editado à mão, sem nenhuma rede de segurança.
Um caractere errado e pronto: e-mail e site de cliente fora do ar. E você só descobre quando o telefone toca.
Ninguém merece esse frio na barriga. Então a gente construiu o DNSLab.
Um assistente por tipo de registro — endereço, apelido, e-mail, texto, delegação, reverso. Ninguém precisa saber como o servidor grava aquilo.
Gera, valida, mostra o que mudou, instala, recarrega e envia para os servidores secundários. Se não compilar, não publica. Se falhar no meio, reverte.
Leu as 4.300 linhas bagunçadas e devolveu organizado, sem perder um registro.
Uma varredura diária confere a delegação real de cada domínio e marca o que virou obsoleto, para você limpar.
Quem é o dono, quando vence, se está em disputa — sem sair da tela.
Este é o exemplo mais literal do que a gente quer dizer com 'a gente usa o que cria'. O DNSLab não nasceu para vender: nasceu porque a dor era nossa. Hoje ele é a fonte da verdade do DNS em produção da empresa — se ele parar, o telefone toca aqui primeiro.
Node.js sobre o servidor de DNS que já estava rodando — a gente não trocou a peça que funciona, colocou um painel na frente dela. O banco é um arquivo local, com backup diário. A publicação valida a compilação antes de tocar em produção, que é o passo que faltava no processo manual.
Imprimir, assinar à mão, digitalizar e torcer para ninguém questionar.
Ver como resolveBackup que só espelha copia o erro por cima do que estava bom.
Ver como resolveAcessar servidor no Mac é decorar senha, montar na mão e rezar pra não cair.
Ver como resolveEle já resolve essa dor de ponta a ponta — e a gente ajusta o que for preciso pra encaixar na sua operação. Quem se adapta é o sistema, não você.
Chamar a gente